sábado, 31 de dezembro de 2011

FELIZ 2012

sábado, 5 de novembro de 2011

AMOR LIQUIDO

O título do livro do sociólogo polonês Zigmunt Bauman é sugestivo e, sobretudo, apropriado para um sentimento que não se submete docilmente a definições. Professor emérito de sociologia nas Universidades de Varsóvia e de Leeds, na Inglaterra, ele tem vários livros traduzidos para o português, e o tema recorrente em sua obra são os vínculos sociais possíveis no mundo atual, neste tempo que se convencionou denominar de pós-modernidade. A noção de liquidez, quando se refere às relações humanas, tem um sentido inverso ao empregado nas relações bancárias, a disponibilidade de recursos financeiros. A liquidez de quem tem uma conta polpuda no banco, acessível a partir de um comando eletrônico é capaz de tornar qualquer desejo uma realidade concreta. É um atributo potencializador. O amor líquido, ao contrário, é a sensação de bolsos vazios. É preciso deixar claro que Bauman não se propõe a indicar ao leitor fórmulas de como obter sucesso nas conquistas amorosas, nem como mantê-las atraentes ao longo do tempo, muito menos como preservá-las dos possíveis, e às vezes inevitáveis, desgastes no decorrer da vida a dois. Não há como assegurar conforto num encontro de amor, nem garantias de invulnerabilidade diante das apostas perdidas, nunca houve. Quem vende propostas de baixo risco são comerciantes de mercadorias falsificadas. A área de estudo principal de Bauman é a sociologia, o campo do pensamento que vai ser o ponto de partida e o foco fundamental do retrato sobre a urgência de viver um relacionamento plenamente satisfatório dos cidadãos pós-modernos. Digamos que as dificuldades vividas por um casal refletem o estilo que uma comunidade mais ampla estabelece como padrão aceitável de relacionamento entre seus vizinhos, entre os que habitam um espaço comum. Bauman é realista. Sabe que “nenhuma união de corpos pode, por mais que se tente, escapar à moldura social e cortar todas as conexões com outras facetas da existência social”. Portanto, partindo do seu campo específico de estudo, ele faz uma radiografia das agruras sofridas pelos homens e mulheres que têm que estabelecer suas parcerias no mundo globalizado. Mundo que ele identifica como líquido, em que as relações se estabelecem com extraordinária fluidez, que se movem e escorrem sem muitos obstáculos, marcadas pela ausência de peso, em constante e frenético movimento. Em seus livros anteriores, já traduzidos e disponíveis para o leitor brasileiro, Bauman defende a idéia de que esse processo de liquefação dos laços sociais não é um desvio de rota na história da civilização ocidental, mas uma proposta contida na própria instauração da modernidade. A globalização, palavra onde estão contidos os prós e os contras da vida contemporânea e suas conseqüências políticas e sociais, pode ser um conceito meio difuso, mas ninguém fica imune aos seus efeitos. A rapidez da troca de informações e as respostas imediatas que esse intercâmbio acarreta nas decisões diárias; qualidades e produtos que ficam obsoletos antes do prazo de vencimento; a incerteza radicalizada em todos os campos da interação humana; a falta de padrões reguladores precisos e duradores; são evidências compartilhadas por todos os que estão neste barco do mundo pós-moderno. Se esse é o pano de fundo do momento, ele vai imprimir sua marca em todos as possibilidades da experiência, inclusive nos relacionamentos amorosos. O sociólogo Zygmunt Bauman mostra como o amor também passa a ser vivenciado de uma maneira mais insegura, com dúvidas acrescidas à já irresistível e temerária atração de se unir ao outro. Nunca houve tanta liberdade na escolha de parceiros, nem tanta variedade de modelos de relacionamentos, e, no entanto, nunca os casais se sentiram tão ansiosos e prontos para rever, ou reverter o rumo da relação. O apelo por fazer escolhas que possam num espaço muito curto de tempo serem trocadas por outras mais atualizadas e mais promissoras, não apenas orientam as decisões de compra num mercado abundante de produtos novos, mas também parecem comandar o ritmo da busca por parceiros cada vez mais satisfatórios. A ordem do dia nos motiva a entrar em novos relacionamentos sem fechar as portas para outros que possam eventualmente se insinuar com contornos mais atraentes, o que explica o sucesso do que o autor chama de casais semi-separados. Ou então, mais ou menos casados, o que pode ser praticamente a mesma coisa. Não dividir o mesmo espaço, estabelecer os momentos de convívio que preservem a sensação de liberdade, evitar o tédio e os conflitos da vida em comum podem se tornar opções que se configuram como uma saída que promete uma relação com um nível de comprometimento mais fácil de ser rompido. É como procurar um abrigo sem vontade de ocupá-lo por inteiro. A concentração no movimento da busca perde o foco do objeto desejado. Insatisfeitos, mas persistentes, homens e mulheres continuam perseguindo a chance de encontrar a parceria ideal, abrindo novos campos de interação. Daí a popularidade dos pontos de encontros virtuais, muitos são mais visitados que os bares para solteiros, locais físicos e concretos, onde o tête à tête, o olho no olho é o início de um possível encontro. Crescem as redes de interatividade mundiais onde a intimidade pode sempre escapar do risco de um comprometimento, porque nada impede o desligar-se. Para desconectar-se basta pressionar uma tecla; sem constrangimentos, sem lamúrias, e sem prejuízos. Num mundo instantâneo, é preciso estar sempre pronto para outra. Não há tempo para o adiamento, para postergar a satisfação do desejo, nem para o seu amadurecimento. É mais prudente uma sucessão de encontros excitantes com momentos doces e leves que não sejam contaminados pelo ardor da paixão, sempre disposta a enveredar por caminhos que aprisionam e ameaçam a prontidão de estar sempre disponível para novas aventuras. Bauman mostra que estamos todos mais propensos às relações descartáveis, a encenar episódios românticos variados, assim como os seriados de televisão e seus personagens com quem se identificam homens e mulheres do mundo inteiro. Seus equívocos amorosos divertem os telespectadores, suas dificuldades e misérias afetivas são acompanhadas com o sorriso de quem sabe que não está sozinho no complicado jogo de esconde-esconde amoroso. A tecnologia da comunicação proporciona uma quantidade inesgotável de troca de mensagens entre os cidadãos ávidos por relacionar-se. Mas nem sempre os intercâmbios eletrônicos funcionam como um prólogo para conversas mais substanciais, quando os interlocutores estiverem frente a frente. Os habitantes circulando pelas conexões líquidas da pós-modernidade são tagarelas a distância, mas, assim que entram em casa, fecham-se em seus quartos e ligam a televisão. Zygmunt Bauman explica que hoje “a proximidade não exige mais a contigüidade física; e a contigüidade física não determina mais a proximidade”. Mas ele reconhece que “seria tolo e irresponsável culpar as engenhocas eletrônicas pelo lento, mas constante recuo da proximidade contínua, pessoal, direta, face a face, multifacetada e multiuso”. As relações humanas dispõem hoje de mecanismos tecnológicos e de um consenso capaz de torná-las mais frouxas, menos restritivas. É preciso se ligar, mas é imprescindível cortar a dependência, deve-se amar, porém sem muitas expectativas, pois elas podem rapidamente transformar um bom namoro num sufoco, numa prisão. Um relacionamento intenso pode deixar a vida um inferno, contudo, nunca houve tanta procura em relacionar-se. Bauman vê homens e mulheres presos numa trincheira sem saber como sair dela, e, o que é ainda mais dramático, sem reconhecer com clareza se querem sair ou permanecer nela. Por isso movimentam-se em várias direções, entram e saem de casos amorosos com a esperança mantida às custas de um esforço considerável, tentando acreditar que o próximo passo será o melhor. A conclusão não pode ser outra: “a solidão por trás da porta fechada de um quarto com um telefone celular à mão pode parecer uma condição menos arriscada e mais segura do que compartilhar um terreno doméstico comum”. Amor líquido – sobre a fragilidade dos laços humanos, de Zigmunt Bauman, mostra-nos que hoje estamos mais bem aparelhados para disfarçar um medo antigo. A sociedade neoliberal, pós-moderna, líquida, para usar o adjetivo escolhido pelo autor, e perfeitamente ajustado para definir a atualidade, teme o que em qualquer período da trajetória humana sempre foi vivido como uma ameaça: o desejo e o amor por outra pessoa. O mais recente título do sociólogo polonês, que recebeu os prêmios Amalfi (em 1989, pelo livro Modernidade e Holocausto), e Adorno (em 1998, pelo conjunto de sua obra), é uma leitura precisa e eloqüente, um convite a uma reflexão aberta não apenas aos estudantes e interessados em trabalhos acadêmicos. O seu texto claro, apesar de fortemente estruturado numa erudição consistente, não deixa de abrir espaço para o leitor comum, interessado em compreender como as estruturas sociais e econômicas dos tempos atuais, tentam dar conta da complexidade do amor que, com a permissão de citá-lo mais uma vez, é “uma hipoteca baseada num futuro incerto e inescrutável”. Nota do Editor Ensaio gentilmente cedido pela autora. Publicado no caderno "Fim de Semana", da Gazeta Mercantil, em 31 de julho de 2004. http://www.digestivocultural.com/ensaios/ensaio.asp?codigo=123&titulo=A_fragilidade_dos_lacos_humanos

Proposta estabelece competência exclusiva para ensinar sociologia

A Câmara analisa o Projeto de Lei 1446/11, do deputado Chico Alencar (PSOL-RJ), que estabelece a competência exclusiva para o ensino da Sociologia aos licenciados em Sociologia, Sociologia Política ou Ciências Sociais. A proposta altera a Lei 6.888/80, que dispõe sobre a profissão de sociólogo. Segundo o autor do projeto, como a lei não previu exclusividade para o sociólogo no ensino da disciplina, outros profissionais tem tomado esse espaço tanto no ensino médio como no superior. “Por possuir uma formação mínima de quatro anos dedicados às Ciências Sociais, o professor mais adequado para o ensino da Sociologia não pode ser outro senão o próprio sociólogo”, afirmou Alencar. De acordo com ele, a proposta quer assegurar a qualidade das disciplinas de Sociologia. Tramitação A proposta será analisada conclusivamente pelas comissões de Educação e Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Projeto de Lei de igual teor (4781/09) do ex-deputado Mario Heringer, tramitou apensado ao Projeto de Lei 4780/09. Ambos foram aprovados pela Comissão de Educação e Cultura antes de serem arquivados ao final da legislatura. http://opopular.com.br/cmlink/o-popular/editorias/geral/proposta-estabelece-compet%C3%AAncia-exclusiva-para-ensinar-sociologia-1.56031

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Seminário sobre vulnerabilidade de jovens com deficiência aos maus-tratos

20 de setembro de 2011 | por VIA BLOG | Categoria(s): AGENDA Data: 29 de setembro de 2011 No dia 29 de setembro será realizado o Seminário “Crianças e adolescentes com deficiência em situação de violência: invisíveis e vulneráveis”, promovido pelo Ambulatório de Adolescentes e pelo Programa Saúde e Brincar do Instituto Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz). O evento é fruto da pesquisa “Crianças e adolescentes com deficiência em situação de violência: uma análise da notificação de maus-tratos nos Conselhos Tutelares da Região Metropolitana do Rio de Janeiro”, que está em fase de desenvolvimento e recebe financiamento do Fundo Nacional da Saúde (FNS) do Ministério da Saúde. O encontro ocorrerá das 8h às 17h, no Scorial Rio Hotel, na Rua Bento Lisboa, nº 155, Flamengo, Rio de Janeiro. Serão oferecidas 150 vagas. As inscrições são gratuitas. Para se inscrever, envie e-mail para pesquisa.adolescente@iff.fiocruz.br, até o dia 22 de setembro. Seminário “Crianças e adolescentes com deficiência em situação de violência: invisíveis e vulneráveis” Cidade: Rio de Janeiro/RJ Data: 29 de setembro de 2011 Horário: Das 8h às 17h Local: Scorial Rio Hotel Endereço: Rua Bento Lisboa, nº 155 – Flamengo Informações: pesquisa.adolescente@iff.fiocruz.br Inscrições: Até dia 22 de setembro pelo e-mail pesquisa.adolescente@iff.fiocruz.br Realização: Programação: 08h às 8h45 – Entrega de material/ café da manhã 8h45h – Mesa de Abertura 9h30 – 10h20 – Conferência – Retratos da Deficiência no Brasil – Hessia Guilhermo (FGV) 10h30 – 11h – Palestra – Violação de direitos- conceito- Suely Deslandes (IFF/Fiocruz) 11h – 11h30 – Palestra – Fatores de vulnerabilidade e suas relações com deficiências e outras condições crônicas de saúde – Olga Maria Bastos (IFF/Fiocruz) 11h30 – 12h – Debate 12h – 13h30 – Almoço 13h30 – Deficiência e Violência – notas de pesquisas 13h30 – 14h – Izabel Maior (UFRJ-NIA) 14h -14h30 – Irene Rizzini- (PUC/RJ- CIESP) 14h30 às 15h – Alice Marinho (SMPD e HUGG) 15h – 15h20 – Liliana Cabral Bastos (PUC-RJ) 15h20 – 15h40 – Martha Moreira e Ana Helena Rotta Soares (IFF/Fiocruz) Debate – 16h – 16h50 Encerramento e lanche – 17h Fonte: Instituto Fernandes Figueira

terça-feira, 13 de setembro de 2011

11th September - 09/11/2001 (11'09''01)




Achei este video no site do Reverendo Caio Fabio, é um repensar o que se diz da Biblia e dos seus seguidores, ela nao autoriza desmatamento, assassinato, ou coisas do genero e nem todos seus seguidores são alienados. Acho que esta na hora de quebrar este paradgma. O video diz tudo o que penso sobre o 11/9 dos americanos. Aquilo foi o grito dos desesperados. O que aconteceu no Chile, aconteceu em nosso solo...quem chora e relembra nossos mortos???

"Do rio que tudo arrasta se
diz que é violento
Mas ninguém diz violentas as
margens que o comprimem"

Bertold Brecht

sábado, 6 de agosto de 2011

NEOLIBERALISMO E O NEOPENTECOSTALISMO







O neoliberalismo é uma nova forma de acumulação de capital que surgiu no final da década de 70 cuja principal característica é fazer uma verdadeira apologia ao mercado e as empresas privadas, dando ênfase ao consumismo e também a iniciativa individual e com base nos princípios de eficiência e eficácia no mundo do trabalho, trás consigo incentivos de caráter inovador e progressista que intensificaram cada vez mais a produtividade do trabalho e também formas originais de consumo.

Esta nova forma de produção faz com que as pessoas acreditem cada vez mais na lógica capitalista e também no poder de capital proporcionado pelo poder de consumo e pela iniciativa individual. Porém, no que se refere a relação do neoliberalismo com a religião, mais precisamente com o neopentecostalismo as coisas são bem mais nefastas, posto que, esta último acabou se aliando completamente a este novo modelo econômico e moldando a cara das religião protestante.

O resultado desta relação é uma apologia de caráter emocional ao consumo privado de bens materiais, levada as últimas conseqüências pela Teologia da Prosperidade que incentiva o consumismo e a autonomia individual propalada pelo neoliberalismo se fundamentando no discurso de melhora da qualidade de vida material com vistas a ascensão social, a qual é oferecida pelas igrejas como benção divina.

Além disso, houve também uma "profissionalização" do cargo de pastor da igreja que passou a ser responsável por um tipo de igreja voltada somente para o crescimento numérico dos fiéis e por conseqüência passaram de líder espiritual para um "gerente" de empresa que vive apenas de resultados financeiros.

Isto por conseguinte faz com que a igreja acabe perdendo seu caráter comunitário a partir do momento em que destaca a importância de se viver uma espiritualidade de modo individualista na qual o fiel é levado a seguir modos de vida padronizados na esfera comportamental ditados pelo mercado do consumo e não pela moral religiosa, incentivando-os a consumir produtos de um tipo de mercado chamado de "gospel".

A teologia da prosperidade tem uma relação bastante direta com este novo modo de acumulação de capital, posto que, como dito anteriormente esta se baseia na idéia de que Deus deseja que as pessoas desfrutem de um estado próspero, pregando que os fiéis devem ter fé necessária para poder obter tudo que desejar com base em doações generosas para receberem em abundância de volta, o que deixa explícita a impressão da lógica capitalista no âmbito religioso-protestante.

E isto se espalha como uma epidemia entre as igrejas protestantes mais, precisamente nas neo-pentecostais, uma vez que o neoliberalismo passou a influenciar cada vez mais a esfera religiosa cristãs e não faltará pouco para o pão da ceia seja o Bic Mac e o vinho a coca-cola, deixando para trás os ensinamentos originais do Cristianismo uma vez que as igrejas atualmente apostam em"facilidades" para conquistar seus fiéis e manter o crescimento númerico de sua seita

Desse modo, a liberdade prometida ao indivíduo pelo neoliberalismo na sociedade pós-moderna na verdade passou a se tornar cada vez mais uma falácia, posto que, esta idéia de uma liberdade individual plena começou a ser vista como autonomia individual que incentiva o consumismo e as seitas neopentecostais se adequa perfeitamente a esta nova ideologia ao passo que prega que o indivíduo deve ser próspero, feliz e vitorioso por seus empreendimentos terrenos.

Desta feita, a Igreja não entra em choque com os valores da sociedade burguesa uma vez que os protestantes mais tradicionais condenavam muitos valores e hábitos burgueses como o consumo de bebidas alcoólicas e hábitos de vestuário, porém os neopentecostais não se posicionam contra os mesmo pelo contrário em muitos casos os valoriza. Assim, o discurso das igrejas neopentecostais estão bem mais compatibilizados com as necessidades atuais da sociedade pós-moderna cujos indivíduos acreditam que fé passou a ser um instrumento importante para o sucesso econômico.







http://oficinasociologica.blogspot.com/2010/10/neoliberalismo-e-o-neopentecostalismo.html

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Mestrado em Ciências Sociais

Inscrição


Formulario de Inscrição.
Período de Inscrição: 01/07/2011 a 12/08/2011

Objetivo


Destina-se à formação de pessoal qualificado para o exercício das atividades de pesquisa e de magistério superior, capazes de participar criticamente dos dilemas contemporâneos, a partir de uma abordagem interdisciplinar que envolve o diálogo entre as três disciplinas clássicas das Ciências Sociais - Antropologia, Sociologia e Ciências Políticas - e destas com campos de conhecimento afins.

Público Alvo e Pré-Requisito


Portadores de diploma de cursos superiores de duração plena, outorgados por Instituição de Ensino Superior (IES) e reconhecidos pelo Conselho Nacional de Educação (CNE).

Documentação


- 02 fotos 3x4 coloridas e recentes;
- Cópia carteira de Identidade/CPF;
- Cópia frente/verso do Diploma de Grad.(candidatos cujos diplomas não tiverem sido expedidos pela Inst.de Ensino Superior (IES) , poderão se inscrever apresentando declaração da IES com as datas de conclusão/colação de grau de curso de graduação plena. No caso de candidatos possíveis concluintes de curso de graduação plena, com término previsto no 2º semestre de 2010, é obrigatório apresentar declaração da IES de origem, com data de provável conclusão do curso/colação de grau e cópia do Histórico Escolar da Graduação com os registros até o semestre em questão);
- Cópia do Histórico Escolar completo da graduação plena com data da colação de grau;
- Currículo Vitae e com cópia dos artigos e/ou livros publicados;

Local e Horário


Local:
Rua São Francisco Xavier, 524, Maracanã, Pavilhão João Lyra Filho, 9º andar, bloco F
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Carga horária:
24 meses.
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Período de realização do curso:
13/03/2012 a 31/03/2014.

Programa


OBRIGATÓRIAS:
Teoria Social I - teoria política
Teoria Social II - teoria sociólógica
Teoria Social III - teoria antropológica
Metodologia I - métodos quantitativos
Metodologia II - métodos qualitativos

ELETIVAS:
Seminário de Dissertação e Tese / Pensamento Social Brasileiro
Violência e Políticas Públicas / Religião e Movimentos Sociais.

Coordenação


Rosane Manhães Prado.
Clara Mafra.

Instrutores


Antônio Carlos Peixoto.
Bernardo Ferreira.
Carlos Eduardo Rebello de Mendonça.
Cecília Loreto Mariz.
Clara Araújo.
Clarice Ehlers Peixoto.
Cláudia Barcellos Rezende.
Felícia Picanço.
Félix Garcia Lopez Júnior.
Helena Bomeny.
João Trajano Sento-Sé.
Luitgarde Cavalcanti.
Márcia Contins.
Márcia Pereira Leite.
Maria Cláudia Coelho.
Maria Josefina Gabriel Santanna.
Myrian Sepúlveda dos Santos.
Patrícia Birman.
Ronaldo Oliveira de Castro.
Rosane Manhães Prado.
Sandra Sá Carneiro.
Simone Vassalo.
Valter Sinder.

Critério de Avaliação


- Prova Escrita dissertativa, sem consulta;
- Prova de Língua Estrangeira (Inglês);
- Análise de Curriculum Lattes;
- Entrevista com a banca examinadora.

Local e Data da Prova e do Resultado


Data das avaliações:
Ver Edital
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Data da matrícula:
05/03/2012 a 09/03/2012.

Valores


Taxa de seleção: R$ 75,00.

Bibliografia


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Contato


UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS SOCIAIS
Rua São Francisco Xavier, nº 524, Pavilhão João Lyra Filho, 9º andar, Bloco F, sala 9037
Bairro Maracanã CEP: 20.550-013, Rio de Janeiro, R.J.
Tel:2334-0678 - ramal 28
e-mail: ppcis.uerj@gmail.com.

Mestrado em Sociologia

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Inscrição


Aguarde o início das inscrições.
Período de Inscrição: 01/08/2011 a 02/09/2011
Formulario de Interesse.

Objetivo


Formar profissionais de alto nível para atividades de ensino e pesquisa em Sociologia assim como para gestão e administração de políticas e serviços públicos.

Público Alvo e Pré-Requisito


Destina-se a portadores de diploma de graduação na área de Ciências Sociais ou qualquer outra área de conhecimento, plena outorgado por IES oficial ou reconhecida pelo CNE, em áreas do conhecimento que abranjam as linhas de pesquisa dos cursos de ciências sociais.

Documentação


- 03 fotos 3x4 coloridas, de data recente;
- Cópia da Carteira de Identidade e CPF;
- Cópia frente e verso do Diploma de Graduação;
- Cópia do Histórico Escolar completo da graduação plena com data da colação de grau;
- Curriculum vitae (modelo LATTES CNPq - http://lattes.cnpq.br).

Local e Horário


Local do curso:
Rua da Matriz Nº 82, recepção - bairro: Botafogo
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Horários:
3ª,4ª e 5ª feiras de 8h às 18h
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Carga horária:
2 anos
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Período de realização do curso:
01/03/2012 a 28/02/2014.

Programa


a) Ação Coletiva e Movimentos Sociais;
b) América Latina Contemporânea;
c) Desigualdades ao Longo dos Ciclos de Vida;
d) Estratificação e Mobilidade Social;
e) Filosofia das Ciências Sociais;
f) Globalização;
g) Metodologia Quantitativa e Comparativa;
h) Modernidade Global;
i) Novas Tecnologias;
j) Pensamento Social no Brasil;
k) Sociologia da Cultura;
l) Sociologia da Economia;
m) Sociologia da Religião;
n) Sociologia do Trabalho (Sindicalismo, Construção de Classe, Mercado de Trabalho, Mobilidade Ocupacional, Transições no Ciclo de Vida);
o) Sociologia Urbana;
p) Teoria da Modernidade;
q) Teoria Social e Sociológica;
r) Violência e Sociabilidade.

Coordenação


Carlos Antonio Costa Ribeiro.

Instrutores


Adallberto Moreira Cardoso.
Breno Brigel.
Carlos Antonio Costa Ribeiro.
Diana Nogueira de Oliveira Lima.
Frédéric Vandenberghe.
Gláucio Ary Dillon Soares.
José Mauricio Castro Domingues da Silva.
Luiz Antonio Machado da Silva.
Nelson do Valle Silva.
Ricardo Augusto Benzaquen de Araújo.

Critério de Avaliação


- Prova Escrita;
- Prova de Inglês: dia 18/09/11, horário: 9h; Local: Rua da Matriz ,nº 82, Botafogo;
- Entrevista: candidatos não residentes no R.J- dias: 20,21,22 e 23/09/11; Local: Rua da Matriz ,nº 82, Botafogo;

Local e Data da Prova e do Resultado


Data das avaliações:
Ver Edital.
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Data da matrícula:
12/03/2012 a 30/03/2012.

Valores


Taxa de seleção: R$100,00.

Bibliografia


CONSTANT, B. (1985), "Da Liberdade dos Antigos Comparado à dos Modernos", in Filosofia Política. Porto Alegre, Editora LPM, vol.1. DAHL, Robert.(1989), Um Prefácio à Teoria democrática. Rio de Janeiro, Ed. Zahar.
FAORO, Raymundo. (1975), Os Donos do Poder (2ª ed. revista e aumentada).Porto Alegre/São Paulo, Globo/EDUSP (caps. 1, 2, 3, 4, 7, 10, 15 e cap. final). LEAL, Victor Nunes (1976), Coronelismo, Enxada e Voto. São Paulo: Alfa-Omega.
ROUSSEAU, J.J. (1996), O contrato social. [tradução de Antônio de Pádua Danesi]. 3 ed. São Paulo: Martins Fontes. SANTOS, W. G. (2007), Oparadoxo de Rousseau : uma interpretação democrática da vontade geral. Rio de Janeiro: Rocco.
WEBER, M. (1979), "A política como vocação", in Ensaios de Sociologia. Rio de Janeiro, Zahar, pp. 97-153.

Contato


CENTRO DE PRODUÇÃO DA UERJ
Rua São Francisco Xavier, 524
Maracanã, Rio de Janeiro, RJ
1º andar, Bloco A, Sala 1006
CEP: 20559-900
Horário de atendimento na Recepção: de 2ª a 6ª feira, das 9h às 18h
Teleatendimento: (21) 2334.0639 de 2ª a 6ª feira, das 8h às 19h
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